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Angola apresentou a Estratégia Nacional de Cibersegurança. A tua empresa já está pronta?

AfricaCERT Cyber Drill, CyberSecur Summit e a nova lei da assinatura electrónica: o que a estratégia nacional de cibersegurança muda para a tua empresa

Entre 5 e 9 de Outubro de 2026, Angola recebeu em Luanda o AfricaCERT & SADC Cyber Drill 2026, reunindo representantes de vários Estados-membros da SADC, académicos e especialistas em segurança. Na mesma semana, o MINTTICS apresentou a Estratégia Nacional de Cibersegurança durante a 5ª edição do CyberSecur Summit. A Assembleia Nacional aprovou ainda a Lei de Autorização Legislativa sobre o Regime Jurídico da Assinatura Electrónica e Certificação Digital.

Nenhum destes factos é isolado. Fazem parte de um movimento global: o investimento mundial em IA e infra-estrutura de TI está a crescer a um ritmo recorde — estimado em USD 2,67 biliões em 2026, segundo o Gartner — e a segurança tornou-se a condição para que esse investimento não se transforme em risco. Quando as empresas adoptam cloud, automação e IA mais depressa do que conseguem proteger essas plataformas, a exposição a incidentes cresce na mesma proporção. Angola está, com estas iniciativas, a alinhar-se com essa realidade.

Porque é que isto importa para a tua empresa

Se operas em construção, indústria, petróleo e gás, sector público, és uma empresa de TI ou um ISP, esta tendência toca-te directamente:

  • Mais superfície de ataque — redes operacionais, sistemas financeiros e de gestão cada vez mais ligados e dependentes de disponibilidade contínua.
  • Mais expectativa regulatória — uma estratégia nacional de cibersegurança tende a traduzir-se, com o tempo, em requisitos concretos para operadores críticos e fornecedores do Estado.
  • Menos tolerância a paragens — um incidente de segurança já não é só um problema de TI; pára operações, atrasa obras, interrompe produção ou serviço ao cliente.

Como preparar a tua empresa, passo a passo

  1. Avalia onde estás. Um diagnóstico de postura de segurança mostra exactamente quais os equipamentos, acessos e processos mais expostos — antes de gastar em qualquer ferramenta nova.
  2. Protege os endpoints. Portáteis, servidores e postos de trabalho precisam de EDR activo. Comparámos as duas opções mais usadas pelos nossos clientes no artigo FortiClient vs Kaspersky Next EDR.
  3. Garante energia e rede estáveis. Segurança também falha quando a infra-estrutura cai — vale a pena rever a protecção de energia e a rede da operação.
  4. Considera outsourcing de gestão. Nem toda a empresa precisa de uma equipa de segurança interna a tempo inteiro; monitorização e resposta geridas por terceiros é, muitas vezes, mais rápido e mais barato de montar.
  5. Revê o licenciamento de software crítico. Sistemas fora de suporte ou mal licenciados são uma das portas de entrada mais comuns para incidentes.

A CHK acompanha empresas angolanas destes sectores na avaliação, implementação e gestão contínua de segurança — desde o diagnóstico inicial até ao fornecimento de EDR, firewalls e outsourcing de TI. Se queres perceber onde a tua empresa está hoje, fala com a nossa equipa.

Angola apresentou a Estratégia Nacional de Cibersegurança. A tua empresa já está pronta?
Agente de Multi-tarefas 23 de outubro de 2026
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